sexta-feira, 4 de julho de 2014

Treinamento individual e prático




EMPREENDEDORES: 

Transformem as suas idéias em ação.

Realize! 

Treinamento individual e prático. 

G. G. Alves 

Rua Apolinário de Moraes, 1215 - Sala 1

E-mail: alvesgg@gmail.com

 Celular: 51- 9673.5762

sábado, 19 de abril de 2014

O maior investimento que o brasil precisa é na educação




Filas, tráfego, prazos descumpridos e atrasos de todo o tipo são parte do cotidiano brasileiro. Isso também é uma mostra, segundo a edição desta semana da revista britânica The Economist, da baixa produtividade do trabalhador brasileiro, que acaba por segurar o crescimento da economia. 

A produtividade do trabalhador brasileiro está estagnada há mais de 50 anos e o país precisa ser mais ágil e mais produtivo para voltar a crescer, segundo o texto, cujo título é "50 anos de soneca". 

A reportagem, ilustrada com a foto de uma pessoa descansando em uma rede na praia, aponta, entre outros fatores para a baixa produtividade, o que diz serem traços culturais do brasileiro. 

"Poucas culturas oferecem uma receita melhor para curtir a vida", afirma a revista, após citar empresários que relataram ter enfrentado dificuldades para contratar funcionários. 

Um deles, segundo a Economist, teria contratado 20 trabalhadores temporários para atuar em suas barracas de fast-food no festival Lollapalloza, em São Paulo, mas apenas dez apareceram. 

Economias emergentes 

A Economist lembra que o fator de produtividade no Brasil, que mede a eficiência do trabalho e do capital, é hoje pior do que a dos anos 1960. O semanário também compara o país a outras economias emergentes. 

Enquanto a produtividade do trabalho foi responsável por 91% da expansão do PIB chinês entre 1990 e 2012, e 67% do PIB indiano, no Brasil esse índice foi de apenas 40%, segundo estudo da consultoria McKinsey. 

"O restante (do crescimento) veio da expansão da força de trabalho, como resultado de uma demografia favorável, da formalização e do baixo desemprego. Tudo isso vai desacelerar a 1% ao ano (de crescimento) na próxima década", diz uma fonte ouvida pela revista.

"Para a economia crescer mais rápido, a um ritmo de 2% ao ano, os brasileiros precisarão ser mais produtivos", conclui. 

Entre outras razões listadas pela revista para explicar a baixa produtividade do país estão os poucos investimentos em infraestrutura e a educação de baixa qualidade, problemas já conhecidos. 

A revista também cita o mau gerenciamento e a ineficiência de muitas empresas - muitas delas acostumadas ao protecionismo do Estado. 

"Ao invés de quebrarem, empresas frágeis sobrevivem graças a várias formas de proteção estatal, que acaba protegendo-as da competição", diz a revista.

O Segredo do Empreendedorismo com Sucesso esta no ato de vender


Livro de José Ricardo Noronha - Vendedores Vencedores

Neste artigo, José Ricardo Noronha te da dicas preciosas sobre a importância do elemento ”Venda” na viabilização do seu grande sonho.3 em cada 4 brasileiros desejam empreender, mas na prática poucos o fazem. 

E muitos dos que se lançam em direção aos grandes sonhos da sua vida cometem um erro mortal ao negligenciar a importância do elemento “Venda” em sua estratégia e plano de negócios.

Por mais brilhante e viável que seja uma ideia para um pequeno, médio ou grande empreendimento, ela irá prescindir de pessoas muito apaixonadas, muito capacitadas e muito conhecedoras das principais habilidades, atitudes e comportamentos que caracterizam os Vendedores Vencedores (meu livro) para que consigam desta forma vender suas ideias, produtos, serviços e soluções e assim transformar seus grandes sonhos em realidade.

Sim, o principal elemento responsável pela transformação do sonho do empreendedor em realidade chama-se Venda! Se o produto, serviço ou solução não tiver viabilidade comercial, o empreendimento irá fracassar e engrossar a lista das micro e pequenas empresas que fecham as portas nos primeiros cinco anos de vida (dados do Sebrae, que é outra fonte fantástica para a ampliação e a aquisição de inúmeros novos conhecimentos para os milhares de empreendedores brasileiros).

Todo bom empreendimento carece de uma série de componentes que incluem dentre outros:

A definição de um modelo de negócios viável; 

A estruturação do negócio;

A definição da estratégia de lançamento;

A montagem de um time vencedor com competências e habilidades complementares;

O correto posicionamento da empresa e dos seus produtos, serviços e soluções;

A construção de um modelo econômico-financeiro sustentável e que tenha atratividade aos olhos dos investidores externos;

A potencial busca de capital externo para viabilizar o crescimento mais acelerado e até a potencial abertura de capital em um futuro próximo;

A delicada e crucial fase de execução do negócio.

É interessante revisitar cada um dos pontos acima e buscar uma conexão de cada um deles com a seguinte questão: “Esta ideia, produto ou solução tem potencial de venda e a minha proposta única de valor (USP – Unique Selling Proposition) é realmente única?”

Se os questionamentos forem maiores do que a certeza de que aquele empreendimento x ou y poderá de fato mudar o mundo, ajudar milhares de pessoas a realizar seus sonhos e solucionar seus problemas, daí meu/minha caro(a) amigo(a) sonhador(a) e empreendedor você tem um grande problema!

Já disse isso aqui e agora reforço: você pode ter a melhor ideia do mundo, mas se ela não tiver viabilidade comercial ou se você não souber como transformá-la em um grande sucesso de vendas, o seu empreendimento estará fadado a deixar de existir.

Por isso mesmo, eu reforço uma vez mais o quão fundamental é a Área de Vendas para todo e qualquer empreendimento seja ele de pequeno, médio ou grande porte. Busque sempre aprimorar os seus conhecimentos sobre as habilidades, técnicas, comportamentos, tendências e novidades que estejam relacionadas ao mundo das Vendas. 

Compre livros, participe de palestras e cursos, converse com especialistas, use a Internet com sabedoria para ampliar seus conhecimentos sobre vendas e acima de tudo seja sempre o grande Vendedor da sua ideia e do seu sonho!

Aliás, uma dica que sempre dou em minhas aulas, cursos e palestras: Não “esteja” Vendedor! “Seja” Vendedor! Ou melhor, seja um “Empreendedor Vendedor“.

 José Ricardo Noronha - Vendedores Vencedores

Boa sorte e ótimas vendas!

Um grande abraço!


quinta-feira, 17 de abril de 2014

A Associação Montenegrina de Pequenas Empresas, Empresas de Pequeno Porte e Empreendedores Individuais



A Associação Montenegrina de Pequenas Empresas, Empresas de Pequeno Porte e Empreendedores Individuais lidera a representatividade do segmento na região, visando alcançar melhores condições nas áreas tributária, legislativa, creditícia e econômica perante o governo municipal, estadual e federal.

Pioneira na organização do movimento associativista de empresas de micro e pequeno porte no RS, esta associação estimulou a criação do Comitê Gestor da Microempresa em Montenegro.

Graças á luta dessa Entidade juntamente com uma infinidade de outras semelhantes, hoje as empresas do segmento dispõem do sistema do Simples Nacional da Lei Geral de Micro e Pequenas Empresas e de diversos outros benefícios.

Atualmente a AMEPE é composta por aproximadamente 500 associados para os quais oferece diversos convênios tais como: Assistência Médica; Seguros; Programa de higiene, segurança e medicina do trabalho; Linhas de crédito diferenciadas; Consultas cadastrais; Cursos de capacitação; Assistência jurídica, contábil e tributária gratuitas; Descontos para viagens de negócios ou a lazer; Desconto em serviços diversos.